quarta-feira, março 21, 2012
Frase do dia
Se todos os seus esforços forem visto com indiferença não desanime, porque o sol ao nascer dá um espetáculo todo especial e no entanto a maioria da platéia continua dormindo.
terça-feira, março 20, 2012
domingo, janeiro 22, 2012
Mahatma Gandhi disse:
“A Humanidade inteira é uma família indivisível e cada um de nós é responsável pelos malefícios causados pelos outros. Eu não consigo alienar-me da alma mais corrompida”
“Um NÃO pronunciado com a profunda convicção é melhor e maior que um SIM pronunciado para agradar, ou, o que é pior, para evitar problemas”
“Estou preparado para morrer, nas não existe causa pela qual estou preparado para matar”
“Se todos os cristãos vivessem realmente segundo os ensinamentos de Cristo, toda a índia seria Crista”
“Viva hoje como se fosse morrer amanhã”
“Quando eu me desespero, eu me lembro que através de toda a historia o caminho da verdade e do amor sempre venceu. Tiramos e assassinos sempre existiram, e por um tempo eles aprecem invencíveis mas, no final, sempre caem. Pense nisto, SEMPRE”
“nenhuma cultura pode sobrevir se ela buscar ser exclusiva”
“Nós devemos nos transformar na mudança que desejamos para o mundo”
“Há gente tão famélica no mundo que Deus somente pode aparecer para elas na forma de pão”
“A força não vem da capacidade física: ela vem de uma vontade inquebrantável”
“no momento em que o escravo decide não mais ser escravo, suas algemas se rompem. Ele se liberta e mostra o caminho a outros . Liberdade e escravidão são estados da mente”
“um covarde é incapaz de demonstrar amor. Isto é prerrogativa dos bravos”
“ a não-violência é o artigo primeiro da minha fé. É também o artigo final do meu credo”
sexta-feira, janeiro 06, 2012
Para os espíritos agitados
"Uma quietude maravilhosa estendia-se sobre o mundo, uma calma mágica que combinava com as doces fragrâncias dos bosques, os insetos criqueteando e a luz brilhante da estrelas aliviava os espíritos agitados"
Adaptado de Douglas Adams
Adaptado de Douglas Adams
quarta-feira, janeiro 04, 2012
Ouvir estrelas - Olavo Bilac
"Ora (direis) ouvir estrelas! certo perdeste o senso!"
E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversa com elas? Que sentido tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las! pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas."
(poesias, Via Láctea 1888)
E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversa com elas? Que sentido tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las! pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas."
(poesias, Via Láctea 1888)
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Fazer sentado não garante nada
Mulheres entendam... que fazer xixi sentado no vaso não garante que parte do liquido não vá para fora do vaso. Se o instrumento for pequeno a posição natural sentado e apontando quase para frente, daí, o liquido toma a direção entre a tabua e o vaso.
Se por qualquer razão o instrumento estiver tenso ou mesmo cheio a posição natural aponta para frente, daí dá mesma forma lá vai o liquido entre a tabua e o vaso.
Para acertar a mira nestes casos deve-se pegar o instrumento e apontar para baixo, logo e melhor fazer a mira estando pé. Analisando as possibilidades chegamos à conclusão que para resolver situação deve-se ter um instrumento grande e brocha. Por um lado seria bom por outro não, não é?
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Praticamente impossível
Se uma coisa e praticamente impossível, então logicamente se trata de uma improbabilidade finita. QED – Quod Erat Demonstrandum (como queríamos demonstrar)
sexta-feira, dezembro 23, 2011
A vida é como uma banana
O sentido da vida 1 - A vida é como uma banana
Você começa verde e vai ficando mole e fraco com a idade.
Tem gente que só quer ser mais uma banana na penca, enquanto outras pessoas querem ficar por cima.
Você tem de tomar cuidado para não escorregar na casca.
E, finalmente precisa descascar para chegar na fruta.
Você começa verde e vai ficando mole e fraco com a idade.
Tem gente que só quer ser mais uma banana na penca, enquanto outras pessoas querem ficar por cima.
Você tem de tomar cuidado para não escorregar na casca.
E, finalmente precisa descascar para chegar na fruta.
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Manias de pessoas menos favorecidas...
Lamber a tampa metálica do danone.
Pôr água no envelope do suco.
Jogar água no resto do shampoo pra render.
Reutilizar copos de requeijão.
Pôr água no resto de molho de tomate que fica na lata.
Levar pra casa o resto do refri que sobrou na pizzaria.
Secar tênis atrás da geladeira.
Entrar na farmácia só pra pesar.
Levar um pratinho de bolo pra casa depois do niver.
Quando o sabonete ta acabando gruda o velho no novo.
Agora reenvie a todos os pobres que vc conhece,
Porque pra mim mandaram por engano...
Pôr água no envelope do suco.
Jogar água no resto do shampoo pra render.
Reutilizar copos de requeijão.
Pôr água no resto de molho de tomate que fica na lata.
Levar pra casa o resto do refri que sobrou na pizzaria.
Secar tênis atrás da geladeira.
Entrar na farmácia só pra pesar.
Levar um pratinho de bolo pra casa depois do niver.
Quando o sabonete ta acabando gruda o velho no novo.
Agora reenvie a todos os pobres que vc conhece,
Porque pra mim mandaram por engano...
quarta-feira, dezembro 14, 2011
Razões para escrever
Se você já é ou pretende ser blogueiro(a), é uma decisão pessoal e de momento. Mas a prática de postar e blogar pode fazer muito bem à mente e ao coração. Veja algumas das boas coisas que escrever e blogar podem trazer para você:
1. Aprender a pesquisar e descobrir coisas novas
Pesquisando fontes, lendo, vendo e até ouvindo, qualquer um aprende a achar informação boa, de valor. É uma pratica de mineração em que se quer saber sempre mais. Você acaba descobrindo autores, livros, filmes, gente. É um universo aberto e incansável para explorar.
2. Tornar-se mais solidário e atento
Ao escrever e publicar em blogs você se preocupa em divulgar conteúdo de valor. Os seguidores e leitores aparecem, sem compromisso. É uma troca dinâmica e aberta. Não é um discurso solitário, você se expõe e ouve comentários, sente a reação de cada post, avalia acertos e erros. Há uma troca e interação real.
3. Desenvolver sua argumentação
Os blogs e a web em geral tem reforçado a importância da boa comunicação. Conteúdo é fundamental, mas a forma de apresentá-lo, também. Clareza, criatividade e simplicidade são os melhores recursos na hora de comunicar. Com a prática você exercita sua técnica e acerta mais o alvo.
4. Organizar melhor as ideias
Enquanto você pesquisa e checa fontes, desenvolve seu conceito inicial, complementa e aperfeiçoa. Ninguém inventa tudo sozinho. Boas referências e artigos similares vão dar o rumo para seu texto. E você sempre termina sabendo um pouco mais do que antes.
5. Descobrir mais sobre si mesmo(a)
Por buscar, falar e opinar sobre o que lhe interessa ou chama a atenção, você acaba conhecendo melhor a si mesmo, sua personalidade, seus sonhos. Você escolhe e defende idéias, estuda pessoas, acontecimentos. Aos poucos você encontra sua forma de expressão, seu próprio tom e estilo.
6. Achar inspiração com textos
Em dias que você pode se sentir sem idéias, inseguro(a) ou desmotivado(a), pode reler bons posts ou coisas que você já leu, escreveu ou guardou. Muita gente escreve bem por aí, e bons textos são sempre uma boa referência e inspiração, mesmo que lidos de novo.
7. Tornar-se um(a) escritor(a) melhor
A escrita continua valendo muito na web. Mesmo com poucas palavras precisamos nos expressar bem. Praticando, aprendendo e interagindo com seus público/leitores, você se tornará um(a) escritor(a) melhor, na forma e no conteúdo.
Enfim, vale a pena escrever e blogar!
Tradução livre – do artigo de Arsene Hodali no Problogger
publicado também no Wedialogos
1. Aprender a pesquisar e descobrir coisas novas
Pesquisando fontes, lendo, vendo e até ouvindo, qualquer um aprende a achar informação boa, de valor. É uma pratica de mineração em que se quer saber sempre mais. Você acaba descobrindo autores, livros, filmes, gente. É um universo aberto e incansável para explorar.
2. Tornar-se mais solidário e atento
Ao escrever e publicar em blogs você se preocupa em divulgar conteúdo de valor. Os seguidores e leitores aparecem, sem compromisso. É uma troca dinâmica e aberta. Não é um discurso solitário, você se expõe e ouve comentários, sente a reação de cada post, avalia acertos e erros. Há uma troca e interação real.
3. Desenvolver sua argumentação
Os blogs e a web em geral tem reforçado a importância da boa comunicação. Conteúdo é fundamental, mas a forma de apresentá-lo, também. Clareza, criatividade e simplicidade são os melhores recursos na hora de comunicar. Com a prática você exercita sua técnica e acerta mais o alvo.
4. Organizar melhor as ideias
Enquanto você pesquisa e checa fontes, desenvolve seu conceito inicial, complementa e aperfeiçoa. Ninguém inventa tudo sozinho. Boas referências e artigos similares vão dar o rumo para seu texto. E você sempre termina sabendo um pouco mais do que antes.
5. Descobrir mais sobre si mesmo(a)
Por buscar, falar e opinar sobre o que lhe interessa ou chama a atenção, você acaba conhecendo melhor a si mesmo, sua personalidade, seus sonhos. Você escolhe e defende idéias, estuda pessoas, acontecimentos. Aos poucos você encontra sua forma de expressão, seu próprio tom e estilo.
6. Achar inspiração com textos
Em dias que você pode se sentir sem idéias, inseguro(a) ou desmotivado(a), pode reler bons posts ou coisas que você já leu, escreveu ou guardou. Muita gente escreve bem por aí, e bons textos são sempre uma boa referência e inspiração, mesmo que lidos de novo.
7. Tornar-se um(a) escritor(a) melhor
A escrita continua valendo muito na web. Mesmo com poucas palavras precisamos nos expressar bem. Praticando, aprendendo e interagindo com seus público/leitores, você se tornará um(a) escritor(a) melhor, na forma e no conteúdo.
Enfim, vale a pena escrever e blogar!
Tradução livre – do artigo de Arsene Hodali no Problogger
publicado também no Wedialogos
sexta-feira, novembro 18, 2011
domingo, outubro 23, 2011
sábado, outubro 15, 2011
Que coisa!
Não sei quem é o autor dessa coisa, mas só sei que essa coisa é uma coisa boa de ler... A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português. A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?". Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha. Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas. Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!". Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas. Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa). Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus". Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro". Cheio das coisas. As mesmas coisas, coisa bonita, coisas do coração, coisas que não se esquece, diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas. Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa... Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem." Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma. A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas! Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa". Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más. Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas". ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA? |
segunda-feira, setembro 26, 2011
EXPRESSÕES CURIOSAS
| JURAR DE PÉS JUNTOS: "Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu". A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz. MOTORISTA BARBEIRO : "Nossa, que cara mais barbeiro!" No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.. TIRAR O CAVALO DA CHUVA: "Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!" No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa. À BEÇA: O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas. DAR COM OS BURROS N'ÁGUA : A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo. GUARDAR A SETE CHAVES: No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado.. OK: A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK". ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS : Existe uma história, não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou, por entregar Jesus, dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu a expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível. PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA : A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu. PARA INGLÊS VER: A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo. RASGAR SEDA : A expressão, que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa". O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER : Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver. ANDAR À TOA: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar. QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO : Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos. DA PÁ VIRADA: A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. NHENHENHÉM : Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen". VAI TOMAR BANHO : Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. O cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho". ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM : Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês, que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português, que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: "Nós somos brancos, cá nos entendemos". A DAR COM O PAU : O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sopa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão. ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA: Um de seus primeiros registros literários foi feito pelo escritor latino Ovídio ( 43 a.C. - 18 d.C), autor de célebres livros como "A arte de amar "e "Metamorfoses", que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: "A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio, portugueses e brasileiros. |
segunda-feira, setembro 19, 2011
Bem bolada esta propaganda
A mensagem diz:
" FAVOR RECICLAR ESTA GARRAFA depois avisar à marinha que estou perdido em uma ilha a leste de Abrolhos"
" FAVOR RECICLAR ESTA GARRAFA depois avisar à marinha que estou perdido em uma ilha a leste de Abrolhos"
sábado, setembro 17, 2011
sexta-feira, setembro 02, 2011
Veja a Diferença entre os Ricos X Pobres
Na realidade rico não é rico por que tem dinheiro, mas porque tem um espirito totalmente diferente dos pobres. A consequência é ter mais dinheiro:
O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.
O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.
O rico acredita que pode moldar o seu destino. O pobre acredita que o destino acontece.
O rico entra no jogo do dinheiro pra ganhar. O pobre entra no jogo do dinheiro pra não perder.
O rico usa juros a seu favor. O pobre usa juros contra ele mesmo, porque quer tudo pra agora.
O rico admira pessoas ricas e as toma como exemplos. O pobre detesta pessoas ricas e as toma como exemplos de mau caráter.
O rico se aproxima de indivíduos bem-sucedidos. O pobre prefere amigos que, como ele, passam dificuldades financeiras e são fracassados.
O rico diz “como posso ter isso”? O pobre diz “não posso ter isso”.
O rico estuda investimentos e faz planos. O pobre diz que “não tem tempo para estas coisas”.
O rico é um ótimo recebedor. O pobre é um péssimo recebedor.
O rico paga a si mesmo primeiro. O pobre paga aos outros primeiro.
O rico prefere ser remunerado pelos resultados. O pobre prefere ser remunerado pelo tempo dispendido.
O rico foca no patrimônio líquido. O pobre foca no rendimento mensal.
O rico, quando sofre uma adversidade, se pergunta “como posso tirar proveito disso?”. O pobre, na adversidade, se lamenta.
O rico identifica os ricos pela sua educação financeira. O pobre identifica alguém como “rico” pelos bens materiais que exibe.
O rico busca a prosperidade financeira. O pobre confunde essa busca do rico com falta de espiritualidade.
O rico foca na solução. O pobre foca no problema.
O rico, numa compra parcelada, calcula os juros embutidos e faz contas para decidir se a compra vale a pena. O pobre só observa o tamanho da parcela.
O rico põe seu dinheiro para trabalhar duro para ele. O pobre trabalha duro pelo seu dinheiro.
O rico administra bem o seu dinheiro. O pobre deixa a vida o levar.
O rico tem uma visão realista dos investimentos. O pobre quando investe pensa apenas no curtíssimo prazo e espera lucros absurdos.
O rico não despreza um rendimento passivo, mesmo que pequeno. O pobre diz “o que adianta botar o dinheiro na poupança se rende tão pouco?”
O rico age apesar do medo. O pobre fica paralisado pelo medo.
O rico foca em oportunidades. O pobre foca em benefícios.
O rico pensa grande. O pobre pensa pequeno.
Se o rico ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá aumentado. Se o pobreganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá desaparecido completamente.
Se você tirar todo o dinheiro de um rico, depois de algum tempo ele estará recuperado. Se você tirar todo o dinheiro de um pobre, ele dependerá de outras pessoas para sobreviver.
O rico diz “tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos”. O pobre diz “não sou rico porque tenho filhos”.
O rico tem um plano de independência para o futuro. O pobre acha que trabalhar até morrer e depender do governo e dos filhos é um plano razoável.
O rico diz “posso ter as duas coisas”. O pobre diz “posso ter isso ou aquilo”.
O rico procura se aprimorar sempre. O pobre acredita que já sabe tudo.
O rico diz “que lição posso aprender com este erro?”. O pobre diz “desde o começo eu já sabia que não daria certo”.
O rico encara um fracasso como um aprendizado. O pobre encara um fracasso como um alerta para nunca mais se arriscar.
O rico fica cada vez mais rico. O pobre fica cada vez mais pobre.
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